Instalar Java no Ubuntu 10.10

Acabei de instalar o Java em um Ubuntu 10.10. Seguem os passos…

Atenção: a responsabilidade por qualquer ação feita em seu sistema é só sua! Na dúvida, não faça nada.

Pela interface gráfica, clique em Sistema / Administração / Gerenciador de Pacotes Synaptic. Na aba superior, clique em Configurações e, depois, em Repositórios. Clique na aba Outro Software e marque as duas opções Parceiros Canonical. Clique em Fechar e em Recarregar.

Depois disso, você pode marcar os pacotes abaixo, no mesmo Gerenciador Synaptic e aplicar:

sun-java6-jre
sun-java6-plugin
sun-java6-fonts
sun-java6-jdk

Como opção, você pode abrir um terminal e digitar sudo apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin sun-java6-fonts sun-java6-jdk.

Pronto, aplicativos como o usado pelo Banco do Brasil já ficam acessíveis.

É isso aí, abraço.

ATUALIZAÇÃO – 06/01/2013:

Algumas pessoas ainda têm dificuldade com o acesso ao Banco do Brasil via Linux. Isso se deve ao fato do Banco do Brasil não aceitar a solução OpenJDK que já vem instalada em distros como o Ubuntu.

O procedimento acima instala o java oficial. Se ainda não funcionar, abra um terminal e digite java -version. Se mostrar as linhas abaixo, o Open JDK ainda estará instalado e selecionado como padrão:

$ java -version
java version “1.6.0_23″
OpenJDK Runtime Environment (IcedTea6 1.11pre) (6b23~pre8-1ubuntu1)
OpenJDK Server VM (build 20.0-b11, mixed mode)

Para selecionar a versão oficial, digite sudo update-alternatives –config java. O resultado será parecido com isso:

* 0 /usr/lib/jvm/java-6-openjdk/jre/bin/java

1 /usr/lib/jvm/java-6-openjdk/jre/bin/java

2 /usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/bin/java

3 /usr/lib/jvm/java-7-openjdk-i386/jre/bin/java

Veja que a opção 0 está marcada. Digite a opção 2 para selecionar o Java correto e depois digite novamente java -version. Já deve ter sido alterado para:

$ java -version
java version “1.6.0_26″
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.6.0_26-b03)
Java HotSpot(TM) Server VM (build 20.1-b02, mixed mode)

Isso já deve resolver.

Dicas rápidas: instalar VIM – Atualização

No artigo anterior, mostrei como instalar o editor VIM.

O procedimento funciona no Ubuntu mas, não, no Fedora. Além disso, há uma atualização de pacotes.

Seguem, então, as instruções para instalar o Vim no Fedora.

Atenção: a responsabilidade por qualquer ação feita em seu sistema é só sua! Na dúvida, não faça nada.

– cd /home/fabio
– mkdir ./vimrc
– sudo yum install vim
– sudo cd /usr/share/vim/vim73
– cp vimrc_example.vim ~/.vimrc

É isso aí. Abraços.

Dicas rápidas: instalar VIM e alterar diretório padrão no Apache

Duas dicas rápidas para não esquecer: como instalar o VIM¹ e como alterar o diretório padrão do Apache².

Atenção: a responsabilidade por qualquer ação feita em seu sistema é só sua! Na dúvida, não faça nada.

¹O VIM é um aplicativo para Linux que colore as palavras no terminal deixando mas fácil visualizar ítens como variáveis, valores, etc. Para instalar, abra um terminal e digite os comandos abaixo na mesma sequência, não será necessário configurar nada.

– sudo apt-get install vim
– cd /usr/share/vim/vim71
– cp g vimrc_example.vim ~/.vimrc

²Quanto ao diretório padrão do Apache, aquele em que se guardam as pastas dos sites, o mais comum é que seja /var/www mas é possível, também, utilizar-se qualquer outro. Uma empresa, por exemplo, pode querer, ou precisar, instalar um sistema interno em /var/htdocs ou /var/www/html ou /var/www/home, etc.

Se for necessário alterar esse diretório padrão, abra um terminal e digite sudo vi /etc/apache2/sites-available/default. No arquivo que se abrirá, altere a linha DocumentRoot para o que precisar.

Lembrando que vi é um editor de texto, você pode alterar para o que preferir como emacs, nano, mcedit, gedit, etc.

É isso aí. Abraços.

Tecla Delete no Gnome 3 com Fedora 15

No trabalho, tive que começar a usar o Fedora 15 com Gnome 3.

Primeiro, não gosto do Fedora, sou um die-hard Ubuntu fan, segundo, não gostei do Gnome 3 fallback.

Como a máquina que uso não tem placa de vídeo que suporte o Gnome 3 full, ele automaticamente, instalou com essa versão simplificada.

Bom, uma das várias coisas que não gostei é que a tecla Delete não funcionava mais.

Abaixo, mostro a dica de Rodrigo Miguel que encontrei no site http://linuxlike.blogspot.com/2011/05/funcionamento-da-tecla-delete-no-gnome.html que resolveu o caso.

Quem utiliza o GNOME 3 já deve ter notado que, ao tentar excluir um arquivo ou pasta, a tecla Delete “não funciona”. E provavelmente contornou o “problema” com a opção “Mover para a lixeira” do menu de contexto…

Na verdade, a tecla Delete funciona de uma forma diferente no GNOME 3. Para utilizá-la, você precisa teclar também, simultaneamente, a tecla Control (Ctrl+Delete).

Parece que o objetivo deste comportamento é evitar a exclusão acidental de um arquivo. Mas, para muitos usuários, pode ser um recurso inconveniente (mais um…).

Para restaurar o uso normal da tecla Delete, você pode utilizar o dconf-editor (no Fedora 15, instale o pacote dconf-editor):

1. Tecle Alt+F2 e execute o comando dconf-editor;

2. Localize o esquema org > gnome > desktop > interface (navegue pela árvore) e marque a opção “can-change-accels” (não feche o dconf-editor!):

3. Abra o Nautilus, selecione um arquivo que possa ser removido (por segurança), acesse o menu Editar, posicione o mouse sobre a opção “Mover para a lixeira” (sem clicar!) e pressione duas vezes a tecla Delete:

3.1. Note que, após pressionar duas vezes a tecla Delete, o atalho do teclado é modificado de “Ctrl+Delete” para “Delete”;

4. Volte para a janela do dconf-editor e desmarque a opção “can-change-accels”:

5. Feche o dconf-editor.

Para mim, funcionou. É isso aí, abraços.